Só há duas coisas que Portugal tem e que mais ninguém tem: Fernando Pessoa e a luz de fim de tarde em Lisboa.
Aos vinte e oito anos, casei-me. Casei-me em Lisboa. Conhecia-o então há cinco anos e tinha a certeza que aquele homem seria o homem da minha vida e o pai dos meus filhos. Nisso, não me enganei. O Fernando é o homem da minha vida. Esta frase é que não quer dizer nada do que eu pensava na altura.